Materias a serem usados na aula.

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Apesar de apresentar melhora no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) nas últimas duas décadas, o Brasil ainda tem uma taxa menor que a média dos países da América Latina e Caribe.
Segundo o relatório do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), divulgado nesta quinta-feira (14), com base em números referentes ao ano de 2012, o Brasil teve um aumento de 24% do seu IDH desde 1990, proporção superior à de outros países da América Latina. No mesmo período, a Argentina aumentou seu índice em 16%; o Chile, em 17%, e o México em 18%. De acordo os dados, o país foi o 14º do mundo que mais reduziu o deficit de IDH em 22 anos, à frente de países mais desenvolvidos.
O IDH é a referência mundial para avaliar o desenvolvimento humano a longo prazo. O índice é calculado a partir de três variáveis: vida longa e saudável (medida pelo indicador expectativa de vida), acesso ao conhecimento (medido pelos índices média de anos escolaridade em adultos e anos esperados de estudo) e e um padrão de vida decente (calculado a partir da renda nacional per capita).
Segundo o relatório, o IDH brasileiro é de 0,73 em uma escala que vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o desempenho do país. O Brasil ocupa a 85ª posição em um ranking composto por 187 países e territórios — mesma posição do ranking de 2011, considerando o recálculo feito pelo Pnud. Com esse valor, o Brasil está no grupo de “alto desenvolvimento humano”, mas ainda fica atrás da média da América Latina: 0,741. Apesar de a ONU reconhecer mais países membros, o ranking só considera 187 porque nações como a Coreia do Norte e Somália não disponibilizam dados para coleta.
Considerando apenas o índice de 2012, o Brasil tem desempenho pior que países como Chile (40º colocado, o melhor entre os latino-americanos) e Argentina (45º). O país está empatado com a Jamaica na 85ª colocação. Porém, de acordo com o Pnud, “é enganoso comparar valores e classificações com os de relatórios publicados anteriormente, porque os dados subjacentes e os métodos mudaram”.
Para ter uma ideia da distância entre o Brasil e a Noruega, primeira colocada no ranking pelo quarto ano consecutivo, o valor do IDH que o Brasil atingiu agora (0,73) é inferior ao apresentado pelos noruegueses em 1980 (0,804).
Quando comparado a países dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil aparece com o segundo melhor desempenho do grupo, atrás apenas da Rússia. A média do Brics é de 0,655. A Índia apresenta o menor índice do grupo, 0,554, enquanto a Rússia tem 0,788.
De acordo com o Pnud, a expectativa de vida dos brasileiros é de 73,8 anos; os anos esperado de estudo, 14,2; a média de escolaridade entre os adultos era de 7,2 anos; e a renda nacional per capita era de US$ 10.152.

http://noticias.uol.com.br/internacional/acesso em 14/03/2013

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Pobreza extrema deve sumir, mas a desigualdade persiste

Ao final dos anos 1940 o Brasil tinha um problema prioritário: a fome.
É nessa época que Josué de Castro publica “Geografia da Fome – O Dilema Brasileiro: Pão ou Aço”. O livro destaca, com uma lucidez impressionante, o papel que a injustiça social tem sobre a fome. O dilema estava colocado, e o Brasil optou pelo aço, apostando no crescimento em vez de investir na igualdade.
Todavia, no final dos anos 1990, o que Josué de Castro chamava de fome total, a desnutrição profunda, já caminhava para níveis residuais: o Brasil fazia a transição da desnutrição para a obesidade dos pobres -de certo modo, uma fome oculta, na qual se come todos os dias, mas mal.
Há mais por trás da obesidade do que simplesmente a falta de renda para comprar alimentos saudáveis, mas não havia dúvida de que, para mudar esse quadro, pensar no futuro significava pensar em resolver o problema da pobreza.
Essa fome oculta continua existindo, mas o fato é que a pobreza começou a diminuir.
Uma combinação de recuperação econômica com políticas sociais e de trabalho fez com que a renda dos pobres aumentasse. Além de uma economia mais forte, aumentos do salário mínimo, da cobertura previdenciária e a expansão de dois programas de assistência social -o Benefício de Prestação Continuada e o programa Bolsa Família- ajudaram a reduzir a pobreza no país.
Toda pobreza é extrema, mas é justo priorizar os pobres em piores condições. Hoje, a indigência no país segue o caminho antes percorrido pela desnutrição profunda e ruma ao desaparecimento.
A evolução da economia, um aumento nos gastos com a assistência social e a priorização dos mais pobres devem erradicá-la ainda nesta década. O fim iminente da indigência é uma ótima notícia, mas ainda há muito a fazer, pois continuamos entre os países mais desiguais do mundo.
O dilema continua sendo entre pão e aço, mas em um nível diferente. Se por um lado a indigência entre os 15% mais pobres irá desaparecer em breve, por outro o 1% mais rico da população ainda detém 17% da renda do país, segundo o Censo 2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Um Brasil muito mais desenvolvido que o de Josué de Castro pode ambicionar bem mais do que acabar com a indigência, mas daqui para frente o desafio é maior: reduzir o abismo entre os ricos e o resto da população.

MARCELO MEDEIROS é pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e professor da UnB (Universidade de Brasília)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/95368-pobreza-extrema-deve-sumir-mas-a-desigualdade-persiste.shtml/Acesso em 24/02/2013

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Olá, visitantes!

Sejam bem vindos ao mundo da Geografia.

Paisagem urbana

A Geografia está mais perto de você do que você  pensa, já dizia muitos professores na década de 90, mas dificilmente quem não se apropriou dos seus elementos básicos será capaz de entender o mundo atualmente, pois, trata-se da ciência do presente cujo objeto de estudo está fundamentado na realidade contemporânea. Se nos atermos aos PCNEM  vamos encontrar a seguinte citação: “ O objetivo principal dos conhecimentos de Geografia é contribuir para o entendimento do mundo atual, da apropriação dos lugares realizada pelos homens, pois é através da organização do espaço que eles dão sentido aos arranjos econômicos e aos valores sociais e culturais construídos historicamente”.

Nos noticiários dos jornais e da TV, vimos e lemos sobre desastres ambientais, tais como, terremotos,maremotos, tufões, tornados, tráfico de drogas, novelas, pontos turísticos, história dos artistas, big brothers e outros. Será que estamos conseguindo filtrar essas informações e trabalharmos uma Geografia viva a fim de preparar o aluno para a construção de um mundo melhor?

Aguardo comentários.

Consequências de terremoto

 

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